A Casa da Estrela

A Casa da Estrela é a Casa de Acolhimento do CPJ, herdeira de 120 anos de história e de milhares de estórias de crianças e jovens que, ao longo de mais de um século, cresceram nesta casa e se prepararam para os desafios da vida adulta.

Possui uma equipa técnica, empenhada e coesa, em busca permanente pelas melhores soluções, e com a evidente convicção de que o seu sucesso contribui decididamente para equilíbrios psíquicos e sociais benéficos para cada jovem acolhida, que se refletirão seguramente, no desenvolvimento equilibrado do País.

Na CASA DA ESTRELA, todos os colaboradores interiorizam esta ideia, conduzindo as suas ações orientadas para a Missão, na defesa dos superiores interesses das crianças e jovens.

Acolhe um número médio de 32 crianças e jovens do sexo feminino, proporcionando-lhes residência permanente, alimentação, acompanhamento escolar, relações afetivas e cultura cívica, bem como serviços médicos, apoio psicológico permanente e serviço social.

A atenção da equipa está focada no Acolhimento Residencial de modo a promover a mudança interna das crianças e jovens que acolhe, criando na Casa um ambiente pleno de experiencias reparadoras.

Recentemente a Casa da Estrela foi dividida em 2 unidades residenciais, de 16 educandas cada, para que, através de um ambiente mais próximo e familiar, a intervenção seja cada vez mais individualizada, centrada nas necessidades e características emocionais de cada criança e jovem acolhidas.

Seguimos os princípios de uma cultura terapêutica, de acordo com Rex Haigh

» Vinculação (cultura de pertença);
» Contenção emocional (cultura de segurança);
» Comunicação (cultura de abertura);
» Envolvimento (cultura de participação e cidadania);
» Ser agente de si próprio (cultura de empowerment).

Valorizamos o Educador de Referência para cada grupo de educandas, permitindo assim uma maior proximidade, para que este as possa ouvir, apoiar, conter e estar em contacto emocional com as mesmas. A permanência no mesmo grupo permite uma vinculação mais segura, em que o adulto consegue compreender melhor as suas histórias passadas, para construir um futuro mais promissor pensado com as crianças e jovens.